Panorama internacional

Coreia do Sul defende maior cooperação com Japão, Austrália e Nova Zelândia após ICBM norte-coreano

Os líderes da Austrália, Coreia do Sul, Japão e Nova Zelândia discutiram o recente lançamento de míssil balístico d Coreia do Norte à margem da cúpula da OTAN em Vilnius, Lituânia.
Sputnik
Yoon Suk-yeol, presidente da Coreia do Sul, pediu na quarta-feira (12) criar uma forte postura de segurança coletiva com o Japão, a Austrália e a Nova Zelândia, escreve a agência sul-coreana Yonhap.
A declaração veio após o lançamento na quarta-feira (12) de um míssil balístico de longo alcance (ICBM, na sigla em inglês) no mar pela Coreia do Norte, com Anthony Albanese, primeiro-ministro da Austrália, criticando Pyongyang.
"Mais uma vez, vimos o lançamento flagrante de um ICBM pela Coreia do Norte durante a noite", disse ele durante uma reunião com seus colegas do grupo AP4, composto pela Austrália, Coreia do Sul, Japão e Nova Zelândia, à margem da cúpula da OTAN em Vilnius, Lituânia.
"Estamos particularmente ao lado de nossos amigos da Coreia do Sul neste momento", comentou ele.
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Fumio Kishida, primeiro-ministro do Japão, também condenou veementemente o lançamento como uma ameaça à paz e à estabilidade internacionais, e indicou esperar responder em conjunto com os outros três países do grupo.
Yo, por sua vez, afirmou acreditar que "nós, do AP4, devemos nos unir à OTAN para estabelecer uma forte postura de segurança coletiva".
"Teremos que usar isso como uma oportunidade para melhorar nossa estrutura de cooperação com a OTAN e assumir um papel de liderança na segurança regional na região do Indo-Pacífico", apontou ele.
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