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Apesar dos avisos da Rússia, Macron diz que a França 'não tem limites' na sua parceria com a Ucrânia

© AP Photo / Michal Kamaryt / CTK / HandoutEmmanuel Macron, presidente da França, fala durante Fórum Nuclear Tcheco-Francês em Praga, República Tcheca, 5 de março de 2024
Emmanuel Macron, presidente da França, fala durante Fórum Nuclear Tcheco-Francês em Praga, República Tcheca, 5 de março de 2024 - Sputnik Brasil, 1920, 08.03.2024
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Líderes de partidos franceses demonstraram preocupação com as declarações do presidente do país, que veem como estando mais perto de um confronto com a Rússia.
Emmanuel Macron, presidente da França, declarou na quinta-feira (7) que o país europeu não descartaria nenhuma opção para apoiar a Ucrânia.
Segundo o jornal francês Le Monde, após uma reunião de duas horas e meia com Macron, os líderes dos principais partidos ficaram mais preocupados.
Alguns disseram que Macron defende uma abordagem "ilimitada" para combater o presidente russo Vladimir Putin. Marine Tondelier, líder do Partido Verde, contou que Macron disse que Putin "obviamente não tem limites", mas que foi "extremamente preocupante" ver Macron dizer na reunião que "devemos mostrar que também não temos limites".
O presidente da Ucrânia, Vladimir Zelensky (à esquerda), aperta a mão do presidente francês, Emmanuel Macron, durante encontro bilateral na cúpula da Comunidade Política Europeia (CPE) no Palácio de Congressos de Granada. Espanha, 5 de outubro de 2023 - Sputnik Brasil, 1920, 07.03.2024
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Jordan Bardella, presidente do partido de direita Reagrupamento Nacional (Rassemblement National, em francês), disse que havia pedido a Macron para "não entrar em guerra com a Rússia". O pensamento do presidente é "sem limites e sem linhas vermelhas", de acordo com Bardella.
Por sua vez, Manuel Bompard, do partido de esquerda radical França Insubmissa, disse que "cheguei preocupado e saí ainda mais preocupado".
Alguns dos interlocutores acusaram o líder francês de usar o conflito para reforçar a posição de sua coalizão antes das eleições europeias em meados de 2024.
Na semana passada, Emmanuel Macron surpreendeu muitos na Europa ao dizer que ele não exclui o envio de tropas terrestres para a Ucrânia. No início desta semana, Macron pediu aos aliados que não fossem "covardes" ao apoiar Kiev contra Moscou.
Em resposta às últimas palavras de Macron, Dmitry Peskov, porta-voz presidencial da Rússia, afirmou que ele "continua aumentando a participação francesa" no conflito.
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