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EUA e aliados querem reforçar produção de urânio para reduzir dependência da Rússia

© Folhapress / Ricardo BorgesPastilha de urânio produzida na Indústrias Nucleares do Brasil S.A. (INB), no Rio de Janeiro (foto de arquivo)
Pastilha de urânio produzida na Indústrias Nucleares do Brasil S.A. (INB), no Rio de Janeiro (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 25.01.2024
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O país norte-americano, junto com o Canadá, França, Japão e o Reino Unido, disse estar trabalhando para ajudar a reduzir a dependência de Tóquio do urânio pouco enriquecido da Rússia.
Os EUA pretendem trabalhar com seus aliados para possibilitar a produção de urânio pouco enriquecido, que é usado para abastecer usinas nucleares, para se livrar da dependência dos suprimentos russos, disse Kathryn Huff, chefe do Escritório de Energia Nuclear dos EUA no Departamento de Energia dos EUA, ao jornal japonês Yomiuri Shinbun.
Huff disse ao jornal que os EUA, em cooperação com o Canadá, França, Japão e o Reino Unido, pretendem criar uma rede de fornecimento internacional para se livrar da dependência da Rússia. Atualmente, a participação da energia nuclear nos EUA é de 20% e podem abastecer seu combustível em 30%, enquanto os suprimentos de combustível da Rússia representam cerca de 20% do volume total.
No final de 2023, os EUA e os quatro países alinhados concordaram em investir US$ 4,2 bilhões (R$ 20,7 bilhões) em três anos de forma a livrar o Japão da dependência da Rússia para o fornecimento de urânio pouco enriquecido.
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Huff afirmou que a Rússia "não tem vergonha de usar o fornecimento de energia para outros países como uma 'arma'".
"Não há confiança no fornecedor como fonte, precisa ser criada uma rede de fornecimento internacional estável", argumentou ela, apesar de a Rússia ter declarado repetidamente que nunca usou a energia como chantagem, e que todas essas acusações do Ocidente foram consideradas infundadas.
Segundo a chefe do Escritório de Energia Nuclear norte-americano, os EUA pretendem alocar US$ 2,2 bilhões (R$ 10,84 bilhões) para o apoio material a empresas que produzam urânio de baixo enriquecimento.
A corporação estatal russa Rosatom detém 50% da participação mundial no enriquecimento de urânio, destaca o Yomiuri Shinbun.
Ele escreve que a dependência do Japão dos suprimentos de urânio da Rússia não é alta, mas que a capacidade da usina de enriquecimento de urânio na prefeitura de Aomori será aumentada em seis vezes.
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