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EUA têm apenas US$ 1 bilhão sobrando para a Ucrânia, diz Casa Branca

© AP Photo / Susan WalshKarine Jean-Pierre, secretária de imprensa da Casa Branca, em briefing na Casa Branca, em Washington, nos EUA, em 1º de setembro de 2022
Karine Jean-Pierre, secretária de imprensa da Casa Branca, em briefing na Casa Branca, em Washington, nos EUA, em 1º de setembro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 14.12.2023
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Cerca de 96% dos fundos autorizados foram utilizados, e o restante será gasto neste mês, disse a porta-voz da Casa Branca.
A administração do presidente dos EUA, Joe Biden, está ficando sem fundos pré-aprovados para ajudar a Ucrânia em sua guerra por procuração contra a Rússia, restando apenas US$ 1 bilhão (cerca de R$ 4,8 bilhões), afirmou a Casa Branca.
Falando aos repórteres na quarta-feira (13), a porta-voz da Casa Branca, Karine Jean-Pierre, explicou que esta é a quantia restante na autoridade de reabastecimento que permite ao Pentágono adquirir armas de empreiteiros privados para substituir o equipamento mais antigo enviado para Kiev.
"Então, resta US$ 1 bilhão. Aproximadamente 96% do financiamento de reposição já foi utilizado. E o Departamento de Defesa se prepara para atribuir os restantes 4% neste mês", acrescentou Jean-Pierre.
Quando estes fundos acabarem, observou ela, os EUA não vão conseguir recarregar os seus próprios estoques que foram enviados para o campo de batalha na Ucrânia. Ela acrescentou que Washington tem agora de reduzir o montante da ajuda militar a Kiev à medida que o seu orçamento fica mais apertado.
No início de novembro, depois de anunciar outro pacote de segurança para Kiev, o governo dos EUA disse ter esgotado totalmente a Iniciativa de Assistência à Segurança da Ucrânia (USAI, na sigla em inglês). Desde então, a administração Biden tem dependido cada vez mais da autoridade de retirada presidencial, que lhe permita transferir armas dos estoques dos EUA sem aprovação do Congresso em caso de emergência.
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Na terça-feira (12), depois de se reunir com o presidente ucraniano Vladimir Zelensky, Biden anunciou US$ 200 milhões (cerca de R$ 963,3 milhões) em ajuda militar à Ucrânia, incluindo interceptadores de defesa aérea adicionais, artilharia e munições. Ele alertou, no entanto, que sem financiamento adicional, Washington está "esgotando rapidamente a nossa capacidade de ajudar a Ucrânia a responder a [...] exigências operacionais urgentes".
O presidente dos EUA instou repetidamente o Congresso a aprovar o seu pedido de financiamento suplementar de US$ 106 bilhões (cerca de R$ 517,8 bilhões), que inclui cerca de US$ 60 bilhões (aproximadamente R$ 293,1 bilhões) em ajuda a Kiev, assistência a Israel e Taiwan, bem como fundos para aumentar a segurança na fronteira EUA-México.
Os republicanos do Senado têm relutado em dar luz verde à medida, exigindo controles de imigração mais rigorosos. Alguns membros do Partido Republicano têm sido céticos quanto à prestação de ajuda à Ucrânia, e muitos exigem mais responsabilização da administração Biden.
A Rússia alertou repetidamente o Ocidente contra o fornecimento de armas à Ucrânia, argumentando que isso apenas prolongaria o conflito sem alterar o resultado, ao mesmo tempo que colocaria os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) em um impasse direto com Moscou.
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