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EUA, Coreia do Sul e Japão concordam em otimizar aliança para rastrear mísseis; Seul pressiona China

© AP Photo / Adi WedaO presidente sul-coreano Yoon Suk Yeol, à esquerda, faz seus comentários enquanto o primeiro-ministro do Japão, Fumio Kishida, observa durante a Cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) Mais Três em Jacarta, Indonésia, 6 de setembro de 2023
O presidente sul-coreano Yoon Suk Yeol, à esquerda, faz seus comentários enquanto o primeiro-ministro do Japão, Fumio Kishida, observa durante a Cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) Mais Três em Jacarta, Indonésia, 6 de setembro de 2023 - Sputnik Brasil, 1920, 07.09.2023
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Às margens da cúpula da ASEAN, países prometeram fortalecer a cooperação no monitoramento de mísseis após o último lançamento norte-coreano. Para o presidente sul-coreano, Pequim poderia colaborar com os diálogos com Pyongyang.
Nesta quinta-feira (7), Washington, Coreia do Sul e Japão condenaram conjuntamente o recente teste de mísseis da Coreia do Norte e concordaram em acelerar a cooperação no rastreamento de mísseis, disse o Ministério da Defesa Nacional da Coreia do Sul em um comunicado citado pela Reuters.
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Os ministros dos três países também concordaram em promover formações militares em um futuro próximo, como parte das medidas de defesa contra ameaças nucleares de Pyongyang.
Ao mesmo tempo, o presidente sul-coreano, Yoon Suk Yeol, perguntou ao primeiro-ministro chinês, Li Qiang, hoje na cúpula se Pequim poderia fazer mais para enfrentar a ameaça nuclear da Coreia do Norte.
Yoon disse a Li que a China deveria fazer mais para "cumprir a sua responsabilidade e papel como membro permanente do Conselho de Segurança da ONU" e sublinhou que os laços de Seul com Washington e Tóquio só se fortaleceriam para combater Pyongyang.
"A responsabilidade é mais pesada para os membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU que realmente adotaram as resoluções", disse ele.
Li, por sua vez, reiterou o apoio de Pequim a ambos os lados da península coreana para promover a reconciliação e a cooperação.
"A China sempre defendeu a manutenção da paz e da estabilidade na península e continuará a promover diálogos de paz", afirmou o premiê.
Nos últimos anos, o Conselho de Segurança das Nações Unidas esteve dividido sobre como lidar com a Coreia do Norte. Moscou e Pequim afirmaram que mais sanções não ajudarão e querem que tais medidas sejam atenuadas.
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Já o Brasil, não se envolve tanto com a questão coreana, mas defende a reforma e ampliação do organismo para que assuntos como estes, nucleares, sejam tratados de forma mais compartilhada, visto que uma ação nuclear teria impacto em todo o mundo.
Também nesta quinta-feira (7), a vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, disse que é um "grande erro" a aproximação entre Coreia do Norte Rússia e que isso poderia isolar os dois países.
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