Operação militar especial russa

Ministro da Ucrânia pede aos EUA fornecimento de novos mísseis ATACMS

O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmitry Kuleba, afirmou neste sábado (17) que, em uma conversa com o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, na Conferência de Segurança de Munique, solicitou que o país a forneça mais armas a Kiev, incluindo mísseis ATACMS com alcance superior a 300 quilômetros.
Sputnik
A Casa Branca começou a fornecer mísseis ATACMS à Ucrânia em meados de outubro. O presidente russo, Vladimir Putin, chamou a decisão dos Estados Unidos de "outro erro".
No início de dezembro, o The Washington Post informou que nem os mísseis ATACMS nem os munições em cluster fornecidos tiveram um impacto significativo no conflito na Ucrânia.
"Encontrei-me com o secretário de Estado Antony Blinken em Munique para discutir o apoio contínuo dos EUA à Ucrânia. Agradeci-lhe por tudo o que os Estados Unidos já fizeram pela Ucrânia. Também comuniquei a urgência e as necessidades prioritárias atuais: munições, defesa aérea e capacidades de longo alcance. Nesse contexto, apresentei argumentos para fornecer à Ucrânia mísseis ATACMS com alcance de mais de 300 km", disse Kuleba.
Blinken reiterou que Washington continuará apoiando Ucrânia, acrescentou o principal diplomata ucraniano.
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Os países ocidentais têm fornecido ajuda militar e financeira a Kiev desde o início da operação militar da Rússia na Ucrânia em fevereiro de 2022. Moscou tem alertado contra o fornecimento contínuo de armas a Kiev, afirmando que isso levará a uma maior escalada do conflito.
Em abril de 2022, a Rússia enviou uma nota diplomática a todos os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) sobre a questão do fornecimento de armas à Ucrânia. O ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, alertou que qualquer carga contendo armas para a Ucrânia se tornará um alvo legítimo para ataques russos.
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