Operação militar especial russa

Cinco novas vítimas são identificadas após ataque em Lugansk e número de mortos sobe para 20 (VÍDEO)

Até agora, ao menos 20 pessoas perderam a vida e várias ficaram feridas em ataque das Forças Armadas da Ucrânia contra a cidade de Lisichansk, localizada na República Popular de Lugansk (RPL), na região de Donbass, neste sábado (3). O incidente resultou na destruição de um edifício que abrigava uma panificadora.
Sputnik
A investigação preliminar indica que o edifício foi atingido por disparos de um sistema de lança-foguetes múltiplo HIMARS, de fabricação estadunidense.
As equipes de resgate, formadas por membros dos serviços de emergência e da comissária militar, trabalham incansavelmente utilizando maquinaria especial para retirar os sobreviventes dos escombros. De acordo com informações divulgadas no começo da tarde de hoje (3), ao menos 40 pessoas estariam soterradas sob escombros.
De acordo com informações do chefe republicano Leonid Pasechnik, dezenas de pessoas podem estar presas sob os destroços. O Ministério de Emergências informou que 10 feridos foram hospitalizados até o momento.
O ataque, que ocorreu contra a cidade russa de Lisichansk, foi condenado pelos investigadores militares russos, que atribuem os disparos ao sistema HIMARS.
Autoridades locais afirmam que as forças ucranianas direcionaram deliberadamente suas ações contra a população civil, escolhendo local conhecido pela concentração de pessoas, especialmente durante os dias festivos.
A retirada dos escombros da panificadora está em andamento e deve continuar durante toda a noite, conforme indicado pelas autoridades locais.

Reações internacionais

A representante oficial do Ministério de Assuntos Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, condenou o ataque, classificando-o como um "atentado terrorista" e atribuindo responsabilidade aos "extremistas de Kiev".
Ela afirmou que o ataque seria uma forma de "gratidão" pelos apoios financeiros da União Europeia (UE) ao governo ucraniano.
"Os cidadãos da UE deveriam saber como seus impostos são utilizados: para comprar sistemas de armamento letal e enviá-los ao regime de Kiev, que os utiliza para matar civis", declarou.
Ela enfatizou que este incidente é mais uma prova da "natureza criminal do regime de Kiev e de suas lideranças", caracterizando as Forças Armadas ucranianas como uma "organização terrorista", conforme mencionado anteriormente pelo presidente russo, Vladimir Putin.
Zakharova assegurou que Moscou informará as organizações internacionais pertinentes sobre este ato terrorista perpetrado pelo governo de Vladimir Zelensky.
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