Panorama internacional

Vencendo sanções econômicas, PIB da Rússia tem crescimento de 2,8% entre janeiro e setembro

Em anúncio feito pelo primeiro-ministro russo, Mikhail Mishustin, a Rússia ainda teve crescimento industrial significativo em múltiplos setores, ultrapassando quase todos os índices de comparação ao ano passado.
Sputnik
O produto interno bruto (PIB) da Rússia cresceu 2,8% entre janeiro e setembro deste ano e em setembro ultrapassou a marca de 5%, revelou o primeiro-ministro do país, Mikhail Mishustin, em reunião especial do governo acerca de questões econômicas.

"Com base nos resultados de nove meses, o aumento do PIB foi de 2,8%. Essa é uma estimativa preliminar do Ministério para Desenvolvimento Econômico. Se considerarmos setembro separadamente, o número foi quase o dobro — mais de 5% em termos anuais", confirmou.

Segundo a autoridade russa, uma contribuição significativa para a dinâmica global do PIB é dada pela produção interna, bem como pela criação de uma economia do lado da oferta.
"O governo está fazendo isso em nome do chefe de Estado, o presidente russo, Vladimir Putin. De janeiro a setembro, a produção de bens industriais aumentou mais de 3%. A nossa força motriz, aqui, é a indústria transformadora. Nos nove meses do ano, o crescimento ultrapassou os 7%", acrescentou o primeiro-ministro.
Operação militar especial russa
Economia russa está recuperada e país resistiu à pressão das sanções, diz Putin
Mishustin disse ainda que, pelo quinto mês consecutivo, a taxa de crescimento do setor de engenharia mecânica ultrapassa os 20%.

"Juntamente com os setores químico e metalúrgico, esses três complexos respondem por quase 90% da expansão da produção industrial. Podemos observar também números na casa dos dois dígitos em setores como informática, produtos eletrônicos e ópticos, equipamentos elétricos, móveis e diversos outros."

Acompanhando o crescimento da oferta de produtos russos, segundo o oficial, as receitas orçamentárias também aumentaram. "Desde o início do ano até meados de outubro, as receitas não petrolíferas e do gás aumentaram quase 30% em comparação com o mesmo período de 2022", finalizou.
Comentar