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'Se tiver sobrando doses': Bolsonaro diz que decidirá sobre própria imunização ao final do processo

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira (1º) que decidirá se vai se vacinar ou não somente após o último brasileiro ser imunizado e "se tiver sobrando" doses.
Sputnik

Em dezembro do ano passado, o chefe de Estado, que defende a não obrigatoriedade da imunização, afirmou que não se vacinaria. Por diversas vezes, ele questionou a eficácia e a segurança dos imunizantes, principalmente da CoronaVac. 

Ao mesmo tempo, garantiu que o Brasil compraria vacinas aprovadas pela Anvisa. Mais recentemente, ele disse que poderia se vacinar. Ele também passou a usar máscaras em eventos públicos. Agora, voltou a tratar do assunto em transmissão ao vivo em suas redes sociais. 

"Está uma discussão agora se eu vou me vacinar ou não vou me vacinar. Eu vou decidir. O que eu acho? Eu já contraí o vírus. Depois que o último brasileiro for vacinado, se tiver sobrando uma vacina, daí eu vou decidir se me vacino ou não. Esse é o exemplo que um chefe tem que dar. Igual no quartel. Geralmente o comandante é o último a se servir. É o que dá exemplo a todos", afirmou.

Bolsonaro, que completou 66 anos em 21 de março, faz parte do grupo que poderá ser vacinado a partir de sábado (3) em Brasília. Na maior parte do mundo, presidentes e chefes de governo se vacinaram, quando chegaram a sua vez na fila, como forma de incentivar a população a aderir à campanha de imunização.

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