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Catar liberta 8 indianos condenados à morte por espionagem para Israel, diz mídia

© AP Photo / Sergei BobylevPrimeiro-ministro da Índia, Narendra Modi durante a cúpula da Organização de Cooperação de Xangai (SCO, na sigla em inglês)
Primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi durante a cúpula da Organização de Cooperação de Xangai (SCO, na sigla em inglês) - Sputnik Brasil, 1920, 12.02.2024
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Após negociações que livraram ex-oficiais da Marinha indiana da pena de morte, governo de Narendra Modi saúda o retorno deles.
O Catar libertou oito ex-oficiais da Marinha indianos condenados à morte no ano passado por espionagem para Israel, disse o governo da Índia na manhã desta segunda-feira (12).
O governo de Narendra Modi saudou a libertação dos oito homens, acrescentando que sete deles já regressaram à Índia. "Agradecemos a decisão do emir do Estado do Catar de permitir a libertação e o regresso a casa destes cidadãos", afirmou o Ministério das Relações Exteriores da Índia em comunicado.
De acordo com o Financial Times (FT), os homens trabalhavam para a Dahra Global, uma empresa de serviços de defesa com sede em Doha, e foram detidos em agosto de 2022 e mantidos em confinamento solitário, tendo sido condenados à morte em outubro do ano passado — a pena máxima raramente é aplicada no Estado e sua última aplicação ocorreu em 2020.
Nem o Catar nem a Índia divulgaram detalhes das acusações pelas quais foram condenados, mas uma fonte confirmou ao FT em outubro que os oito tinham sido acusados de espionagem para Israel.
As detenções ocorreram em um momento em que a Índia estava expandindo as suas relações comerciais com o emirado, parte do esforço do país mais populoso do mundo para estabelecer laços mais estreitos com os Estados ricos em energia do golfo Pérsico.
O Catar tem se mostrado um exímio negociador no cenário internacional. Recentemente, o Estado do golfo Pérsico desempenhou um papel de liderança na intermediação de negociações para garantir a ajuda à Faixa de Gaza sitiada por Israel e a libertação dos reféns restantes raptados pelo grupo militante Hamas em 7 de outubro, após o ataque no sul de Israel que matou mais de 1.200 pessoas.
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