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Operação militar especial russa
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Mídia dos EUA: é hora de acabar com pensamento mágico sobre a derrota da Rússia; seu poder é firme

© AP Photo / Gavriil GrigorovVladimir Putin participa de reunião de gabinete por videoconferência em Moscou. Rússia, 25 de outubro de 2023
Vladimir Putin participa de reunião de gabinete por videoconferência em Moscou. Rússia, 25 de outubro de 2023 - Sputnik Brasil, 1920, 16.11.2023
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O presidente da Rússia, Vladimir Putin, resistiu aos "melhores" esforços do Ocidente para "reverter a invasão da Ucrânia", e a sua posição no poder é firme. É o que afirma o jornal norte-americano The Wall Street Journal, que também sugere que os EUA e seus aliados devem buscar uma nova estratégia: a contenção.
A publicação reforça que "a tão esperada contraofensiva" ucraniana não conseguiu o avanço que daria a Kiev uma mão forte para negociar.
O texto aponta ainda que a turbulência no Oriente Médio domina as manchetes e que o apoio bipartidário à Ucrânia nos EUA foi anulado pela polarização e pela "disfunção no Congresso, para não mencionar as [supostas] tendências pró-Putin do favorito presidencial republicano, Donald Trump", crava o veículo.
O ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov (à direita), durante coletiva de imprensa com seu homólogo da Venezuela, Yván Gil Pinto, em Moscou, na Rússia, em 16 de novembro de 2023 - Sputnik Brasil, 1920, 16.11.2023
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'Putin em vantagem na Ucrânia': mídia inglesa segue na mesma toada

O fracasso da contraofensiva ucraniana e o conflito armado no Oriente Médio favorecem Vladimir Putin, de acordo com o podcast do jornal The Guardian.
"Com a atenção mundial concentrada na guerra no Oriente Médio, Vladimir Putin está em vantagem na Ucrânia. O tempo está do lado dele", afirmou o jornalista do The Guardian Luke Harding.
Militares ucranianos se preparam para atirar contra posições russas com um obuseiro M777 fornecido pelos EUA na região de Carcóvia, Ucrânia, 14 de julho de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 15.11.2023
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'Tempo está do seu lado': Vladimir Putin consegue levar a melhor no conflito ucraniano, diz mídia
Além disso, a provável eleição de Donald Trump a presidente dos EUA pode favorecer a Rússia porque o político norte-americano não está interessado em fornecer ajuda militar à Ucrânia.
No ano passado, ainda havia a esperança de que as Forças Armadas ucranianas, com o apoio militar do Ocidente, "reconquistassem" seus territórios no verão europeu, mas eles perderam cerca de 20% de seus equipamentos nas duas primeiras semanas, e hoje a atenção da comunidade internacional está concentrada no Oriente Médio, acrescentou o jornalista.
Luke Harding, que já esteve na Ucrânia, resumiu que a situação no país é terrível e quase não há pessoas que não tenham perdido alguém próximo no front.
Anteriormente, o comandante em chefe das Forças Armadas ucranianas, Valery Zaluzhny, afirmou à revista The Economist que as Forças Armadas ucranianas estão em um beco sem saída — "muito provavelmente não haverá um avanço profundo e bonito", afirmou.
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