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Argentina chega a princípio de acordo com o FMI para revisão de refinanciamento da dívida

© AFP 2023 / Luis RobayoVista do Banco Nacional da Argentina — construído entre 1937 e 1955 pelo arquiteto Alejandro Bustillo, em estilo monumentalista com linhas neoclássicas — em Buenos Aires, 27 de maio de 2022
Vista do Banco Nacional da Argentina — construído entre 1937 e 1955 pelo arquiteto Alejandro Bustillo, em estilo monumentalista com linhas neoclássicas — em Buenos Aires, 27 de maio de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 23.07.2023
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As delegações do Ministério da Economia da Argentina, do Banco Central do país e da equipe do Fundo Monetário Internacional (FMI) concluíram os "aspectos centrais do trabalho técnico da próxima revisão" das condições do acordo de refinanciamento da dívida assinado em março de 2022, anunciou neste domingo (23) o organismo multilateral.

"Foram acordados os objetivos centrais e os parâmetros que servirão de base para um 'acordo a nível de pessoal' que se espera que seja finalizado nos próximos dias, para depois avançar para a revisão do programa da Argentina", disse o FMI através das suas redes sociais.

O acordo visa consolidar a ordem fiscal e reforçar as reservas, reconhecendo o forte impacto da seca, os prejuízos nas exportações e nas receitas fiscais do país, acrescentou o FMI.
O ministro da Economia argentino, Sergio Massa, deve viajar aos Estados Unidos nas próximas horas para participar das negociações que definirão o 'acordo de alto nível', que deve ser aprovado pelo conselho de administração do FMI, informa a imprensa local.
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Novo desembolso

Após a aprovação, o FMI desembolsaria cerca de US$ 8,5 bilhões (cerca de R$ 40,6 bilhões) até o final do ano. O Governo argentino adiou para o final do mês os vencimentos da dívida correspondente a julho e no dia 31 vai ter de pagar ao organismo multilateral US$ 2,66 bilhões (aproximadamente R$ 12,7 bilhões), a que se somam outros US$ 800 milhões (quase R$ 3,8 bilhões) a pagar no início de agosto.
O principal objetivo de Buenos Aires, no marco das amplas negociações com o FMI, foi conseguir uma reformulação do atual cronograma de vencimentos e obter novos desembolsos que ajudem a superar a escassez de dólares nas reservas do Banco Central, que aprofundam a tensão cambial.
Tudo faz parte da revisão das condições do Programa de Facilidades Ampliadas para refinanciar a dívida de US$ 45 bilhões (cerca de R$ 215 bilhões), assinado em março de 2022 com a intenção de cumprir o pagamento das obrigações recordes deixadas pela gestão de Mauricio Macri (2015-2019).
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