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China sanciona Lockheed Martin e Raytheon por envolvimento no armamento de Taiwan

© AP Photo / Andy WongVisitantes assistem a uma tela de TV mostrando um avião F-35 da Força Aérea dos EUA disparando um míssil perto dos modelos do porta-aviões Liaoning com fragatas e submarinos da Marinha em exibição no museu militar em Pequim (foto de arquivo)
Visitantes assistem a uma tela de TV mostrando um avião F-35 da Força Aérea dos EUA disparando um míssil perto dos modelos do porta-aviões Liaoning com fragatas e submarinos da Marinha em exibição no museu militar em Pequim (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 16.02.2023
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Pequim aplicou novas restrições às empreiteiras norte-americanas por contratos de venda assinados com Taipé. Entre outras medidas, seus funcionários deixam de poder residir ou investir na China.
A China sancionou as empreiteiras norte-americanas Lockheed Martin e Raytheon por suas vendas militares a Taiwan, relatou na quinta-feira (16) a agência britânica Reuters.
Lockheed Martin e Raytheon não têm negócios de defesa com a China, mas, de acordo com a agência norte-americana Associated Press, "alguns empreiteiros militares também têm negócios civis no setor aeroespacial e em outros mercados" do país asiático. As empresas têm assinado acordos de venda para a ilha autogovernada ao longo dos anos.
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Taiwan é considerado por Pequim uma província renegada, cuja separação do continente em 1949 nunca foi reconhecida, apesar de relações não oficiais terem sido retomadas na década de 1980.
As Lockheed Martin e Raytheon passaram a integrar uma "lista de entidades não confiáveis", já não podendo "participar de atividades de importação e exportação relacionadas com a China" e investir lá. Além disso, as empresas foram multadas por valores que excedem em duas vezes os valores dos contratos militares com Taiwan, a chefia deixa de poder entrar no país e as equipes das empreiteiras tiveram suas autorizações de residência na República Popular da China anuladas.
Em fevereiro de 2022, a China sancionou ambas as companhias norte-americanas por um contrato de US$ 100 milhões (R$ 526 milhões) feito com Taiwan, e semelhantes medidas foram tomadas em 2019 e 2020.
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