OTAN insta Rússia a reconsiderar saída de Céus Abertos nos 6 meses até retirada entrar em vigor

© REUTERS / Yves HermanOperador de câmera em frente a uma tela antes de cúpula da OTAN, no centro de imprensa em Bruxelas, Bélgica, 13 de junho de 2021
Operador de câmera em frente a uma tela antes de cúpula da OTAN, no centro de imprensa em Bruxelas, Bélgica, 13 de junho de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 18.06.2021
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A Aliança Atlântica exortou na sexta-feira (18) Moscou a reconsiderar sua saída do Tratado de Céus Abertos, o que ocorrerá em seis meses, segundo foi anunciado pela chancelaria russa no mesmo dia.

A OTAN disse na sexta-feira (18) que lamenta profundamente a decisão da Rússia de se retirar do Tratado de Céus Abertos.

"Lamentamos profundamente a notificação da Rússia de sua decisão de se retirar do Tratado de Céus Abertos, um importante instrumento juridicamente vinculativo que contribui para a transparência, segurança e estabilidade e confiança mútua na área euro-atlântica", comunicou a OTAN em uma declaração.

A aliança acrescentou que está buscando uma "relação construtiva" com a Rússia quando suas ações "tornam isso possível".

"Instamos a Rússia a usar os seis meses restantes antes de sua retirada entrar em vigor para reconsiderar sua decisão e retornar ao pleno cumprimento do Tratado de Céus Abertos", acrescentou a Aliança Atlântica.

No início da sexta-feira (18), o Ministério das Relações Exteriores da Rússia disse que Moscou se retirará oficialmente do Tratado de Céus Abertos em 18 de dezembro de 2021, confirmando que o país notificou os depositários do acordo sobre sua decisão.

O acordo, assinado em 1992 e que entrou em vigor em 2002, prevê a possibilidade de cada um dos Estados-membros realizar voos de vigilância sobre todo o território dos outros membros do tratado e inclui a Rússia e países da OTAN.

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