Rússia agradece a China por manter memoriais da União Soviética

© AP Photo / AP Photo/RIA Novosti Kremlin / Dmitry AstakhovO então presidente russo, Dmitry Medvedev, durante cerimônia no memorial de Dalian, na China, que homenageia soldados soviéticos que morreram durante a ocupação japonesa do Norte da China.
O então presidente russo, Dmitry Medvedev, durante cerimônia no memorial de Dalian, na China, que homenageia soldados soviéticos que morreram durante a ocupação japonesa do Norte da China. - Sputnik Brasil
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O embaixador russo na China, Andrey Denisov, afirmou nesta sexta-feira (31) que a Rússia se sente agradecida pela atenção dos chineses em relação aos memoriais soviéticos no país.

Mais cedo, o centro cultural russo em Pequim sediou um evento em homenagem ao 73º aniversário da rendição incondicional do Japão ao final da Segunda Guerra Mundial.

"Eu gostaria de expressar em palavras uma profunda gratidão aos nossos amigos chineses por sua atitude cuidadosa […] com os memoriais militares soviéticos em solo chinês", disse o embaixador.

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Denisov ressaltou que a União Soviética foi o único país que deu à China assistência significativa quando ela estava sob agressão japonesa durante a 2ª Guerra Mundial.

Ele lembrou que a União Soviética perdeu entre 12 mil e 13 mil soldados durante a operação contra as tropas japoneses no Norte da China, em 1945.

A União Soviética lançou uma ofensiva de larga escala na região Norte da China, a Manchúria. O ataque foi realizado em 9 de agosto de 1945. O sucesso da operação soviética ao lado dos bombardeios nucleares dos EUA nas cidades de Hiroshima e Nagazaki forçou Tóquio a se render no dia 2 de setembro daquele mesmo ano, colocando assim um fim à guerra.

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