Operação militar especial russa

Conselho Ucrânia-OTAN pode ser estabelecido na cúpula de Vilnius em julho, diz mídia

O Conselho Ucrânia-OTAN provavelmente vai ser estabelecido na cúpula de Vilnius em julho e deve servir como um passo em direção à futura adesão do país à aliança, informou o The Wall Street Journal nesta segunda-feira (22).
Sputnik
Com este novo órgão, o bloco espera atender ao apelo da Ucrânia para ingressar na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), já que a adesão total não é possível agora, e levar a cooperação entre os lados a um novo nível, disseram autoridades da União Europeia (UE) e da OTAN ao jornal.
Kiev vai ter o direito de convocar uma reunião do conselho e solicitar assistência, que deve ser fornecida por membros da aliança individualmente, disse a mídia.
O acordo de segurança ao estilo israelense para a Ucrânia daria prioridade à transferência de armas e tecnologia avançada, disse o presidente polonês Andrzej Duda em entrevista ao jornal.
No início de maio, o presidente ucraniano Vladimir Zelensky disse que estava claro que a Ucrânia não se juntaria à OTAN até que o conflito terminasse, mas o país esperava receber um convite de seus aliados ocidentais para se juntar à aliança o mais rápido possível.
No mês passado, o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, disse que a Ucrânia acabaria se juntando ao bloco, já que todos os membros da Aliança Atlântica apoiam suas ambições. A ideia foi rejeitada pelo primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán.
Em setembro de 2022, Zelensky anunciou que a Ucrânia se candidataria a adesão acelerada à OTAN. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que Moscou está monitorando de perto a situação, lembrando que a orientação de Kiev para a aliança foi uma das razões para o início da operação militar especial da Rússia na Ucrânia no ano passado.
OTAN quer que Suécia envie 5 mil soldados bem equipados para flanco oriental da aliança, diz mídia
Comentar