Operação militar especial russa

Funcionário russo: investigação da AIEA sobre 'bombas sujas' ucranianas foi bastante superficial

De acordo com o representante permanente da Rússia para Organizações Internacionais em Viena, Mikhail Ulyanov, a investigação da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) sobre instalações ucranianas para "bombas sujas" foi bastante superficial.
Sputnik
Segundo a denúncia do funcionário do governo da Rússia, a investigação durou apenas algumas horas e "ninguém esperava que 'bombas sujas' estivessem em um local no meio das usinas".
Ulyanov relatou que dois inspetores da agência visitaram três instalações, incluindo as centrais de comando. Ele lamentou que uma investigação mais aprofundada não tenha ocorrido.
"Acredito que ninguém esperasse que a 'bomba suja' estivesse esperando pelos inspetores na praça central da fábrica de processamento", disse Ulyanov a repórteres durante sua visita às Nações Unidas, em Nova York.
"Eles avaliaram a situação visualmente. Fizeram o panorama mais geral do estado das coisas e tiraram amostras do ambiente, que agora serão enviadas para análise em laboratório. Vamos ver, vamos esperar", concluiu.
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Na semana passada, o Ministério da Defesa da Rússia afirmou que Kiev está na fase final de criação da chamada "bomba suja" e que pretende utilizá-la para provocações.
Segundo os dados da pasta, para fabricar a arma, a Ucrânia pode usar substâncias radioativas do combustível nuclear gasto da usina atômica de Chernobyl.
Uma bomba suja é uma combinação de explosivos, como dinamite ou projéteis radioativos. Diferentemente de uma arma nuclear, uma bomba suja não pode gerar uma explosão atômica. Contudo isso não significa que seja inofensiva.
Com o artefato, dinamite e outros explosivos são usados para dispersar poeira radioativa, fumaça ou outro material com o objetivo de provocar uma contaminação radioativa.
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