Panorama internacional

Menos regulação: Pentágono quer acelerar vendas de armas para competir com China

Menos regulação e mais vendas: de acordo com informações da imprensa norte-americana, os EUA querem eliminar trâmites burocráticos para turbinar sua indústria bélica.
Sputnik
O Pentágono lançou um esforço para acelerar as vendas de armas dos EUA para os seus aliados estrangeiros, em uma estratégia para competir com a China e reabastecer os arsenais de nações amigas que deram equipamentos militares à Ucrânia.
As informações são do Wall Street Journal e foram publicadas nesta sexta-feira (2). Segundo a publicação, o Pentágono criou, no mês passado, uma força-tarefa para examinar as ineficiências no processo de venda de armas dos EUA.
Para as autoridades norte-americanas, o país está perdendo espaço em uma indústria de bilhões de dólares para países estrangeiros por conta de sua legislação extensa e burocrática.
O Pentágono procurará maneiras para o Departamento de Defesa agilizar o arcabouço legislativo do programa de vendas bélicas dos EUA, disse o Wall Street Journal, citando fontes dentro do Pentágono.
"O objetivo da força-tarefa é disponibilizar mais rapidamente os cobiçados drones, armas, helicópteros, tanques e outros armamentos americanos para parceiros e aliados", escreve a publicação.
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