Panorama internacional

Casa Branca espera que Oriente Médio tenha sempre EUA como 'primeira escolha' na cooperação

A Casa Branca publicou um comunicado em que afirmou que os países no Oriente Médio escolhem sempre os EUA como primeiro parceiro, e que está conseguindo afastar a influência da Rússia e da China.
Sputnik
Os países do Oriente Médio devem dar preferência aos EUA no que toca a várias áreas de cooperação, e não à Rússia ou à China, disse no sábado (16) um alto funcionário da administração americana em uma declaração da Casa Branca.
" [...] Quando se trata das parcerias e das parcerias de escolha, e particularmente no domínio da segurança, mas também no negócio, investimento, comércio, tecnologia, ouvimos de todas as capitais desta região que sua primeira escolha, sua prioridade, são os Estados Unidos da América", indicou o funcionário.
Ele afirmou que há cerca de 18 meses houve "um verdadeiro movimento" em direção à Rússia e à China em muitos países do Oriente Médio, mas que entretanto esta tendência "foi detida e, em muitos casos [...] invertida".
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Príncipe saudita a Biden: tentar impor os valores de um país a outro pela força é contraproducente
O funcionário da Casa Branca disse que Washington procurará várias áreas possíveis de cooperação com países do Oriente Médio, embora reconhecendo que os laços da região com a Rússia e a China continuarão.
"[...] Esses países têm relações com o Irã, eles têm relações com a China. Isso é natural, isso é algo que vai continuar. Desculpem, as relações com a Rússia e as relações com a China são algo natural e vão continuar", expressou o funcionário.
Joe Biden, presidente dos EUA, concluiu no sábado (16) sua viagem ao Oriente Médio com sua participação na cúpula do Conselho de Cooperação do Golfo, realizada na cidade portuária saudita de Jeddah, no mar Vermelho, onde se encontrou com Mohammed bin Salman Al Saud, príncipe herdeiro da Arábia Saudita.
Um alto funcionário saudita contou no sábado (16) que Salman Al Saud afirmou a Biden durante sua reunião que se Washington quiser ter relações apenas com países que compartilham 100% dos valores dos EUA, então acabará tendo apenas Estados da OTAN para cooperar.
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