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Rússia envia mais de 150 toneladas de ajuda humanitária a Mariupol

Mais de 150 toneladas de ajuda humanitária foram trazidas para Mariupol por voluntários da sede #EstamosJuntos na região russa de Rostov, informou o serviço de imprensa da Frente Nacional Popular da Rússia.
Sputnik
"Voluntários da sede unida #EstamosJuntos da região de Rostov, apoiados pela Frente Popular Nacional, corpo estudantil de socorristas e o Ministério para Situações de Emergência da Rússia foram os primeiros a distribuir mais de 150 toneladas de ajuda humanitária aos habitantes de Mariupol, incluindo mais de 1.700 kits de alimentos", diz a nota.
A ajuda humanitária incluiu produtos de primeira necessidade, alimentos para bebês e produtos químicos domésticos, mais de 1.500 kits de alimentos e mais de 200 kits especiais para crianças.
"O corpo de voluntários #EstamosJuntos, o corpo estudantil de socorristas da Rússia e a Frente Popular coletaram ajuda humanitária e a trouxeram aqui para ajudar as pessoas no que é essencial", disse o chefe do comitê executivo da Frente Popular, Mikhail Kuznetsov.
O representante da organização salientou que os voluntários vão ajudar na medida do possível todas as pessoas necessitadas e voltarão a visitar o local.
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Muitos países ocidentais começaram a impor sanções contra a Rússia depois que o presidente Vladimir Putin reconheceu as repúblicas populares de Donetsk e Lugansk como Estados soberanos em 21 de fevereiro, lançando, três dias depois uma operação especial militar na Ucrânia, depois que ambas as repúblicas solicitaram ajuda diante da agressão de Kiev.
De acordo com o Ministério da Defesa russo, a missão é direcionada à infraestrutura militar ucraniana e não tem alvos civis.
Como resultado da operação especial, a Ucrânia rompeu relações diplomáticas com a Rússia, impôs lei marcial em todo o território nacional, além de toque de recolher em Kiev e outras cidades, decretou mobilização geral e instou a comunidade internacional a ativar "todas as sanções possíveis" contra o líder russo.
Em um caso sem precedentes, restrições individuais foram estendidas ao presidente russo e ministro das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, enquanto que sanções setoriais, também pela primeira vez, incluem a desconexão da Rússia do sistema SWIFT, a paralisação das reservas internacionais de seu Banco Central, o fechamento do espaço aéreo para as companhias aéreas russas bem com o encerramento de operadoras de crédito como Visa e Mastercard e a censura a meios de comunicação ligados ao Kremlin.
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