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Com 2.517 mortes, Brasil se aproxima de 440 mil óbitos por COVID-19

Apesar da tendência de queda no número de mortes por COVID-19 no Brasil nos últimos sete dias, média móvel segue acima de 1.000 falecimentos diários e país se aproxima da marca de 440 mil óbitos acumulados na pandemia.
Sputnik

O consórcio de veículos de imprensa divulgou nesta terça-feira (18) um novo boletim com os números da pandemia de COVID-19 no Brasil, que registrou 2.517 mortes nas últimas 24 horas, chegando ao total de 439.379. Por sua vez, a média móvel de mortes dos últimos sete dias chegou a 1.953, uma variação negativa de 16%, o que indica tendência de queda em comparação com o índice registrado há 14 dias.

Em relação ao número de casos, o Brasil atingiu a marca de 15.661.106 contágios acumulados desde o início da pandemia. Nas últimas 24 horas, foram diagnosticados 35.888 casos de COVID-19 no país, o que deixa a média móvel em 64.348 novos casos por dia na última semana, um aumento de 9% em relação aos números registrados há duas semanas. 

Na distribuição de casos pelo país, apenas dois estados apresentam tendência de alta: Piauí e Amazonas. Outros os 11 estados estão em situação de estabilidade, entre os quais se encontram São Paulo e Bahia, enquanto outros 13 estados - que incluem Rio de Janeiro e Minas Gerais -, além do Distrito Federal, mostram tendência de queda.

O consórcio de veículos de imprensa reúne alguns dos principais veículos de mídia brasileiros e realiza este balanço com base nos números apresentados pelas secretarias estaduais de Saúde.  

Vacinação

Já em relação ao número de vacinados, de acordo com um levantamento independente, 39.881.410 pessoas receberam pelo menos uma dose dos imunizantes contra a COVID-19 utilizados no Brasil - Oxford/AstraZeneca, CoronaVac e Pfizer/BioNTech -, o que equivale a 18,83% da população. Por sua vez, os que já receberam as duas doses somam 19.705.306 (9,31% dos brasileiros).

Em relação aos estados, o Rio Grande do Sul foi o que vacinou o maior percentual da população com pelo menos uma injeção (24,29%), enquanto São Paulo é que está mais adiantado na imunização completa, com as duas doses recomendadas, com 11,08% da população.

Já os estados mais atrasados na vacinação da primeira dose são Roraima (11,82%), Acre (12,2%), Rondônia (12,26%) e Amapá (12,81%). Os três últimos também têm os piores índices de imunização com duas doses, com 4,98%, 6,33% e 5,72%, respectivamente.  

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