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Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta quinta-feira, 4 de fevereiro

Bom dia! A Sputnik Brasil acompanha os destaques desta quinta-feira (4), marcada pela flexibilização nas regras da Anvisa para a aprovação de vacinas contra COVID-19, por supostos ataques israelenses contra a Síria e novas acusações contra o ex-conselheiro de Trump, Steve Bannon.
Sputnik

Brasil completa 15 dias com média de mortes acima de mil

O Brasil completa duas semanas com média diária de mortes por COVID-19 superior a mil. Em Santarém, no estado do Pará, cinco pessoas infectadas faleceram aguardando leito de UTI, reportou o G1. Enquanto isso, o Ministério da Saúde deixou de utilizar R$ 37 milhões remanejados para o combate à doença. Por falta de uso, os recursos foram bloqueados e não estão mais disponíveis. O Brasil confirmou mais 1.209 mortes e 53.665 casos de COVID-19, totalizando 227.592 óbitos e 9.339.921 diagnósticos da doença, informou consórcio entre secretarias estaduais de saúde e veículos de imprensa.

Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta quinta-feira, 4 de fevereiro

Ministério da Saúde deve se reunir com Índia e Rússia para negociar compra de vacinas

Servidores do Ministério da Saúde devem se reunir com representantes do Instituto Gamaleya, que produz a vacina Sputnik V contra a COVID-19, e do laboratório indiano Bharat Biotech, que desenvolve a vacina Covaxin, para negociar a compra de cerca de 30 milhões de doses dos imunizantes. A decisão veio após a Anvisa simplificar a concessão de autorização para uso de vacinas contra a COVID-19, dispensando a obrigatoriedade de realização de testes clínicos da fase três em território nacional. O Instituto Albert Einstein, por sua vez, anunciou acordo para testar a Covaxin a partir de março. Os testes devem durar entre 45 e 90 dias e a aplicação seria de duas doses do imunizante por paciente.

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Ex-conselheiro de Trump, Steve Bannon, é processado, apesar de perdão presidencial

Nesta quarta-feira (3), o ex-conselheiro de Donald Trump, Steve Bannon, foi alvo de novos processos judiciais, apesar de ter sido laureado com perdão presidencial no início de janeiro, reportou o jornal The New York Times. A procuradoria de Manhattan, em Nova York, investiga se Bannon utilizou fundos arrecadados para a construção de muro na fronteira entre EUA e México para fins pessoais. O perdão presidencial só exime o representante do movimento ultraconservador nos EUA de investigações federais. Além disso, deputados do Partido Republicano impediram a punição da parlamentar ligada à teoria da conspiração QAnon, Marjorie Taylor Greene, acusada de promover retórica inflamada e postagens ofensivas em redes sociais.

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Manifestantes são presos durante protesto contra golpe de Estado em Mianmar

Nesta quinta-feira (4), pelo menos três pessoas teriam sido presas na cidade de Mandalay, em Mianmar, durante protestos contra o golpe militar realizado no país no início desta semana, reportou a Reuters. Protestos organizados pelas redes sociais teriam sido realizados nas duas maiores cidades do país, Yangon e Mandalay. A empresa norueguesa de telecomunicações, Telenor, informou que bloqueou temporariamente o acesso da população local ao Facebook a pedido das autoridades locais. Nesta segunda-feira (1º), uma junta militar realizou golpe de Estado e prendeu a primeira conselheira de Estado, Aung San Suu Kyi e o presidente do país, Win Myint. O paradeiro dos presos políticos segue desconhecido.

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Chances de COVID-19 ter vazado de laboratório em Wuhan é baixa, diz especialista russo da OMS

Nesta quinta-feira (4), membro russo da equipe de investigação da OMS na China, Vladimir Dedkov, disse à Sputnik que é "difícil de imaginar" que o vírus SARS-CoV-2 tenha vazado do Instituto de Virologia de Wuhan. "Foi importante para a nossa missão visitar o local, conversar com os colegas e ver como as coisas são organizadas por lá. E são bem organizadas", disse Dedkov. "É difícil imaginar que algo tenha vazado de lá." Para ele, o vírus pode realmente ter se espalhado no mercado de Wuhan, que estaria "longe de ser perfeito", mas "não há provas que o vírus tenha se originado no local". Equipe de especialistas da OMS realizam missão para investigar as origens do novo coronavírus na China desde o dia 14 de janeiro.

Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta quinta-feira, 4 de fevereiro

Exército sírio denuncia ataque aéreo e de mísseis de Israel

Na noite desta quarta-feira (3), a Força Aérea israelense teria atacado a região sul da Síria com mísseis ar-terra e terra-terra, informou o comando do Exército sírio. A agência de notícias estatal síria SANA informa que Israel "realizou uma agressão" ao espaço aéreo das Colinas de Golã. De acordo com o comunicado do comando do Exército, a defesa aérea da Síria interceptou a maioria dos mísseis. O governo sírio solicitou reiteradamente ao Conselho de Segurança da ONU que pressione Israel para que interrompa os ataques ao território. O Exército israelense disse à Sputnik que não comenta as notícias da mídia estrangeira sobre ataques de sua Força Aérea.

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