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Moraes nega pedido de Sara Geromini para anular provas da CPMI das Fake News

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou dois pedidos da ativista Sara Geromini para anular provas da CPMI das Fake News.
Sputnik

Os dados da investigação do Congresso foram inseridos no inquérito que apura ataques ao Supremo e a disseminação de fake news, além de outro inquérito que investiga o financiamento de atos antidemocráticos.

A decisão de Moraes foi tomada no dia 21 de agosto e noticiada pelo G1 nesta quarta-feira (26). A defesa de Gerimoni, que adotou para si o nome de Sara Winter, alegou que as provas seriam falsas. 

“O pedido não comporta acolhimento. Na presente hipótese, a requerente [Geromini] não apresentou indícios mínimos da inautenticidade dos documentos trazidos aos autos de forma a caracterizar a alegada falsidade. Flagrante a ausência de justa causa, a consequência é o indeferimento do pedido com imediato arquivamento da representação", escreveu Moraes.

A CPMI das Fake News foi instaurada pelo Congresso em setembro de 2019. A iniciativa colheu dados de empresas de tecnologia e depoimentos de deputados federais. A CPMI desvendou a ligação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) com perfis apócrifos que fazem ataques contra adversários do governo. 

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