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Convidado a chefiar missão no Líbano, Temer não pode viajar sem autorização judicial

O ex-presidente Michel Temer, convidado pelo presidente Jair Bolsonaro para comandar a missão de ajuda ao Líbano, não pode deixar o Brasil sem autorização judicial.
Sputnik

O ex-presidente é acusado de corrupção passiva e outros crimes no âmbito da Operação Lava-Jato. Temer foi preso preventivamente duas vezes, em março e maio de 2019, mas foi libertado depois da troca de prisão preventiva por medidas cautelares. Entre essas está a proibição de deixar o país sem autorização judicial.

Apesar disso, Temer conseguiu autorização da Justiça em duas ocasiões para viajar para o exterior e palestrar no Reino Unido e na Espanha, informou O Globo.

Para liderar a missão de ajuda ao Líbano, o ex-presidente, que é descendente de libaneses, comunicou à Justiça a intenção de viajar e aguarda a autorização.

Na terça-feira (4), uma forte explosão destruiu a região portuária de Beirute, capital libanesa, deixando mais de 150 mortos e pelo menos seis mil pessoas feridas, além de outros milhares de desalojados. O Brasil participou de uma reunião com líderes internacionais neste domingo (9) e anunciou o envio de ajuda técnica e humanitária para o país.

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