Venezuela acusa governo de Portugal e empresa aérea de tentarem entrar com explosivos no país

O presidente da Assembleia Constituinte da Venezuela, Diosdado Cabello, acusou nesta quinta-feira (13) o governo de Portugal e a empresa aérea TAP de serem coniventes com a tentativa de entrada de explosivos no território venezuelano.
Sputnik

Cabello confirmou que as autoridades da Venezuela prenderam o tio de Juan Guaidó, Juan José Márquez, quando ele chegou a Venezuela nesta quarta-feira (12).

Ele é acusado de terrorismo por supostamente ter transportado explosivos e coletes à prova de bala na viagem entre Lisboa e Caracas, feita em um avião da TAP. As informações foram publicadas pelo site SIC.

Segundo Diosdado Cabello, o tio de Guaidó trazia "material muito perigoso dentro do avião" que seria utilizado em "operações desestabilizadoras na Venezuela".

O governo de Nicolás Maduro disse que as lanternas trazidas por Márquez continham substâncias químicas de natureza explosiva, possivelmente explosivo sintético C4.

A oposição disse que as provas foram plantadas e pediu a libertação imediata de Juan José Márquez.

O Governo português garante que não houve qualquer contacto com a comitiva de Guaidó.

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