EUA devem 'andar depressa' em armas hipersônicas para alcançar Rússia e China, diz general

Os EUA devem "andar depressa" quanto ao desenvolvimento de armas hipersônicas, como a Rússia e a China estão fazendo, disse aos jornalistas o chefe do Comando Estratégico das Forças Armadas dos EUA, general John Hyten.
Sputnik

"A Rússia e a China estão indo realmente rápido no que se refere às armas hipersônicas, temos que agir rapidamente para estarmos certos de que podemos ir tão rápido quanto eles", disse Hyten à margem de um na cidade em Colorado Springs. 

O comandante expressou seu desejo de que os EUA e a Rússia se reúnam para um novo tratado START sobre a redução das armas nucleares.

"Eu quero […] que o país esteja em um novo tratado START […] com nossos adversários, especialmente a Rússia", disse Hyten.

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Ele acrescentou também que espera que Moscou e Washington possam se reunir para discutir o tratado.

Através do último tratado START (também conhecido como START III), os EUA e a Rússia se comprometeram a reduzir seus arsenais para 700 mísseis implantados, 1.550 ogivas nucleares e 800 vetores correspondentes, posicionados e em reserva, até 5 de fevereiro de 2018.

Assinado em 2010, o acordo entrou em vigor em 2011 por um período de dez anos, prorrogável por outros cinco.

As conversações russo-americanas para estender o tratado estagnaram devido a dúvidas recíprocas sobre o desenvolvimento de novas armas.

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