Frota chinesa de 650 navios é um grande pesadelo para Marinha dos EUA, segundo mídia

Subestimada por muitos, a frota chinesa conta com um número surpreendente de embarcações, o que deveria obrigar os EUA a reconsiderar sua estratégia marítima no Pacífico.
Sputnik

Segundo a inteligência naval dos EUA, a Marinha do Exército Popular de Libertação possuirá entre 313 e 342 navios militares até 2020.

"As forças armadas da China compreendem três grandes organizações, cada uma com uma subcomponente marítima que já é a maior do mundo desse tipo pelo seu número de navios", escreveu o professor do Colégio Naval dos EUA, Andrew Erickson.

Além da Marinha do Exército Popular de Libertação, as organizações marítimas de Pequim contam com a Guarda Costeira chinesa e a Milícia Naval das Forças Armadas Populares, segundo a revista The National Interest.

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Dessa maneira, Pequim conta com suas enormes segunda e terceira forças navais em operações na chamada zona cinzenta para reforçar suas pretensões de soberania disputadas nos mares adjacentes, Amarelo, do Leste e do Sul da China, ressalta Erickson.

Além disso, a segunda força naval da China, a Guarda Costeira, é a maior do mundo, com mais embarcações que todos os países ao seu redor juntos. Ou seja, a Guarda Costeira possui 225 navios de mais de 500 toneladas capazes de operar em alto mar e outros 1.050 confinados às águas mais próximas, totalizando 1.275.

As novas embarcações da Guarda Costeira são muito mais sofisticadas do que os navios que elas substituem. Com isso a China já substituiu seus grandes navios de patrulha antigos e menos capazes, segundo Erickson.

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Já a Milícia Naval da China também cresceu e se modernizou, além de ter estado a desenvolvê-la contando com mais unidades profissionais, militarizadas, bem remuneradas, incluindo recrutas, tripulando 84 grandes navios.

Todas as forças chinesas combinadas contam com aproximadamente 650 grandes navios com capacidades militares, modernos e com pessoal bem preparado.

Apesar de os EUA possuírem um número de embarcações semelhante ao da China, Erickson explica que os números são significativamente importantes quando há uma constante presença e influência nos mares de vital importância, algo que a China consegue realizar, ressaltando ainda que até mesmo o navio mais avançado não pode estar em mais de um lugar simultaneamente, que é o caso dos EUA.

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