Senador estadunidense: administração Trump intenciona prolongar guerra na Síria

O senador estadunidense Richard Black, do Legislativo da Virgínia, criticou a "abordagem política" de Washington no Oriente Médio, que não trouxe nenhum benefício aos americanos e causou um caos na região, espezinhando a Líbia, o Iraque, o Afeganistão e o Iêmen, informa a agência síria SANA.
Sputnik

Falando com repórteres após seu encontro com a assessora do presidente sírio, Bouthaina Shaaban, Black apelou à Casa Branca para que coopere com Damasco a fim de ajudar a libertar a província de Idlib de terroristas.

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O senador acusou os serviços de inteligência estadunidenses de treinarem e financiarem os terroristas que, segundo ele, ameaçam tanto a Síria como o resto do mundo, escreveu a SANA

Black afirmou que na atual administração americana tem um movimento que tenta prolongar a guerra na Síria, uma atitude que, segundo o senador, deve ser substituída por meios de encontrar uma solução pacífica.

O político avisou também sobre os supostos planos da inteligência britânica de encenar um ataque químico em Idlib para acusar depois o governo sírio, justificando um possível ataque contra o país árabe.

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De acordo com o senador, os EUA devem pôr fim às sanções econômicas contra a Síria. Ele expressou a esperança de que Washington pare de prejudicar o Oriente Médio e comece a ajudá-lo.

As afirmações de Black vêm após o chanceler sírio Walid Muallem ter sublinhado que "tudo o que está sendo ativamente promovido pelos EUA não afetará a determinação do povo sírio e os planos do exército sírio de libertar Idlib e pôr fim ao terrorismo na Síria".

O chefe da diplomacia síria ressaltou que a presença dos EUA na Síria é ilegal e que Washington não pode justificá-la de modo algum.

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