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Paulo Preto livre: Investigado por corrupção do PSDB é solto por Gilmar Mendes

Nesta sexta-feira (11), o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou soltar o ex-diretor da Dersa, Paulo Vieira de Souza, Paulo Preto.
Sputnik

Preso desde abril pela Polícia Federal como parte das atividades da Lava-Jato, ele teve a prisão preventiva pedida junto a outros quatro suspeitos pelo Ministério Público Federal (MPF) de São Paulo. A acusação que o levou ao carcere foi de formação de quadrilha, peculato e inserção de dados falsos em sistema público de informação.

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Ele também foi denunciado ainda em março deste ano pelo suposto desvio de R$ 7,7 milhões, o que teria acontecido entre 2009 e 2011 durante a gestão de José Serra (PSDB-SP) no governo do estado de São Paulo sobre um recurso das obras do Rodoanel.

Paulo Preto é apontado nas investigações da Lava-Jato como um operador de Serra em desvios de recursos da obra. Ele foi citado ao menos 7 vezes por delatores da Odebrecht, Andrade Gutierrez e Adir Assad, além de ter o nome citado em depoimentos da OAS e Queiroz Galvão.

Executivos afirmam que ele pediu um total de 0,75% de suborno sobre o valor das obras do trecho sul do Rodoanel, o que segundo o jornal Folha de São Paulo, poderia chegar ao montante de R$ 26,3 milhões. 

Localizado na região metropolitana de São Paulo, o Rodoanel é uma das maiores obras urbanas já realizadas na região e é constatantemente utilizado pelos governos do PSDB como um trunfo da gestão tucana sobre o estado de São Paulo.

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