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Operação militar especial russa
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Ex-membro da CIA: munições de fragmentação matarão civis ucranianos e envenenarão terras agrícolas

© AFP 2023 / Zhenya SavilovArtilheiro ucraniano carrega projétil de 155 mm para disparar obuseiro M777 contra posições russas perto de Avdeevka, durante operação militar especial da Rússia, 23 de junho de 2023
Artilheiro ucraniano carrega projétil de 155 mm para disparar obuseiro M777 contra posições russas perto de Avdeevka, durante operação militar especial da Rússia, 23 de junho de 2023 - Sputnik Brasil, 1920, 08.07.2023
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Um ex-responsável norte-americano criticou o envio das armas para as mãos de Kiev, não vendo quaisquer vantagens militares e destacando as consequências negativas para os civis da Ucrânia.
As bombas de fragmentação enviadas pela Casa Branca não ganharão a guerra para Kiev, mas serão uma maldição para as terras agrícolas da Ucrânia por anos, afirmou Philip Giraldi, ex-chefe de estação da Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês) dos EUA, à Sputnik.
"O que as bombas farão é matar muitos civis à medida que espalharem suas cargas, e as munições enterradas não detonadas serão uma maldição para as terras agrícolas da Ucrânia, onde quer que sejam implantadas, por um longo tempo", avaliou.
O ex-membro da CIA disse que a decisão ocorre em um momento em que a Ucrânia está perdendo no campo de batalha contra a Rússia, apesar da contraofensiva altamente apoiada pela OTAN e pelas lideranças europeias e norte-americanas.
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Giraldi argumentou que a medida também ilustra a hipocrisia da administração de Joe Biden, que criticou o suposto uso de tais armas pela Rússia em 2022.
Os EUA não assinaram os acordos internacionais que proíbem o uso de tais armas, mencionou o ex-membro da CIA, cuja utilização é considerada pela maioria dos países equivalente a um crime de guerra semelhante ao uso de gás ou produtos químicos.
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