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Japão pretende abrigar submarinos nucleares da Austrália em meio às tensões com China, diz mídia

© AFP 2023 / Peter ParksSubmarino da classe Collins movido a diesel e energia elétrica da Marinha Real da Austrália no porto de Sydney, Austrália, 12 de outubro de 2016
Submarino da classe Collins movido a diesel e energia elétrica da Marinha Real da Austrália no porto de Sydney, Austrália, 12 de outubro de 2016 - Sputnik Brasil, 1920, 14.11.2022
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O jornal The Canberra Times informou que o Japão se ofereceu para abrigar os futuros submarinos nucleares australianos.
O embaixador japonês na capital australiana, Shingo Yamagami, citado pelo jornal, afirmou que o país está pronto para cooperar com a Austrália, EUA e Reino Unido em tecnologias de última geração, no quadro da recente parceria militar.
Tóquio dá bastante importância à parceria AUKUS, já que o Japão, de acordo com o embaixador, é "um país da linha de frente que encara circunstâncias desafiadoras na perigosa vizinhança do Sudeste Asiático".
Além disso, o Japão voltou a destacar que a China está continuamente "violando" a soberania japonesa em meio às tensões na região, e que, enquanto as tecnologias hipersônicas ainda não estão ao nível de ser introduzidas em outras nações, o Japão está pronto a ajudar no quadro da cooperação com a AUKUS.
Nesta foto de arquivo fornecida pela Marinha dos EUA, o submarino de ataque rápido da classe Virginia USS Missouri (SSN 780) parte da Base Conjunta Pearl Harbor-Hickam para uma implantação programada na área de responsabilidade da 7ª Frota, 1º de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 29.09.2022
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Anteriormente, a Austrália afirmou que iria aumentar os esforços para reforçar os laços diplomáticos com nações vizinhas do Sudeste Asiático e do Pacífico, na tentativa de combater "a crescente influência econômica e estratégica da China na região".
No ano passado, os EUA, o Reino Unido e a Austrália firmaram a parceria tripartida AUKUS, no quadro da qual Washington e Londres prometeram ajudar Camberra a equipar as suas Forças Armadas com submarinos de propulsão nuclear.
O acordo foi alvo de críticas na época, levando a Austrália a abandonar um contrato anterior de compra de submarinos convencionais franceses, um passo que desencadeou a indignação diplomática de Paris.
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