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EUA aprovam possível venda de mais de US$ 1 bilhão em equipamentos de guerra para Taiwan

© AP Photo / Agência de Notícias MilitarArmas de artilharia taiwanesas disparando durante exercícios antiaterrissagem Han Guang realizados ao longo da costa de Pingtung, Taiwan, 16 de setembro de 2021
Armas de artilharia taiwanesas disparando durante exercícios antiaterrissagem Han Guang realizados ao longo da costa de Pingtung, Taiwan, 16 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 02.09.2022
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O governo de Joe Biden, presidente dos EUA, deve aprovar nas próximas semanas uma série de vendas de armas para Taiwan.
O pacote militar foi avaliado em aproximadamente US$ 1,1 bilhão (R$ 5,68 bilhões) em equipamentos militares, incluindo mísseis Harpoon e Sidewinder para Taiwan.
As informações foram confirmadas pela Agência de Cooperação em Segurança da Defesa (DCSA, na sigla em inglês) em uma série de declarações.
O Departamento de Estado dos EUA aprovou uma venda estimada em US$ 355 milhões (R$ 1,83 bilhão) de mísseis Harpoon Block II e equipamentos semelhantes para Taiwan.
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A ideia, defende a DCSA, é modernizar as capacidades de defesa da ilha e "atender aos interesses de segurança dos EUA".
O Departamento de Estado também decidiu aprovar a venda dos mísseis Sidewinder Block II e equipamentos relacionados a um custo estimado de US$ 85,6 milhões (R$ 442,7 milhões), segundo a DCSA.
A possível venda de US$ 665,4 milhões (R$ 3,44 bilhões) em suporte e equipamentos do Programa de Radar de Vigilância também foi aprovada, acrescentou a DCSA.

"As vendas propostas não alterarão o equilíbrio militar básico na região", disse também a DCSA, embora reconhecendo que existe um aumento da tensão entre Washington e Pequim em função da viagem da presidente da Câmara dos EUA, Nancy Pelosi, para Taiwan.
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Até agora em seu governo, Biden vendeu US$ 1,065 bilhão (aproximadamente R$ 5,4 bilhões) em armas para a ilha, o que significa que o acordo proposto mais que dobraria a ajuda militar oferecida pelo presidente.
Biden, Pelosi e outros, incluindo republicanos, fizeram declarações prometendo sua solidariedade a Taiwan e insinuando que Washington defenderia militarmente Taiwan no caso de um ataque do governo chinês.
No entanto, especialistas de Taiwan e da China continental estavam céticos sobre essas promessas, observando que nem as vendas de armas nem a ameaça de resposta militar dos EUA são capazes de garantir a segurança de Taiwan.
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